Nos próximos três anos, a forma como as empresas operam mudará significativamente. O IDC estima que haverá 1 bilhão de agentes de IA até 2029, executando bilhões de ações autônomas diariamente. Quer esses agentes apoiem operações internas ou colaborem em ecossistemas de parceiros globais, eles dependerão do acesso a dados corporativos para operar com eficácia.

Essa mudança cria grandes desafios de segurança, governança e integração. Os dados de negócio costumam estar distribuídos entre ambintes on-premises, nuvem e legados, cada um utilizando diferentes padrões, protocolos e modelos operacionais. Permitir que sistemas de IA acessem e interajam com esses silos de forma segura está longe de ser uma tarefa simples.

Mas a integração por si só não basta. Sistemas agênticos precisam da capacidade de acessar, transformar e mover dados corporativos em tempo real para gerar valor. No entanto, sem os controles adequados, esse nível de autonomia pode introduzir rapidamente novos riscos de segurança. O Gartner prevê que a IA agêntica e os sistemas autônomos criarão novas categorias de exposição de segurança nos próximos anos, incluindo riscos elevados em torno do acesso e vazamento de dados sensíveis.

Como a segurança e a governança são críticas quando a IA opera de forma independente, muitas organizações estão executando projetos-piloto antes deescalar sistemas agênticos para produção.

Contudo, esses pilotos frequentemente compartilham limitações importantes. Em muitos casos, eles rodam em ambientes isolados (sandboxes) otimizados para fluxos agênticos e experimentação controlada. Embora isso ajude a demonstrar o potencial da IA, não reflete totalmente as condições reais da empresa. Em ambientes de produção, os agentes devem interagir com plataformas legadas, armazenamentos de arquivos, fluxos de eventos, APIs e sistemas isolados que nunca foram projetados para operações autônomas.

Como resultado, muitas empresas lutam para replicar o sucesso dos pilotos em escala. Sem um acesso seguro e governado a uma ampla gama de sistemas denegócio, as organizações podem ter dificuldade em desbloquear o valor operacional total da IA agêntica.

O Amplify Fusion ajuda a enfrentar esse desafio ao incorporar segurança, governança e controle operacional diretamente na camada de integração. Ao aplicar essas capacidades no ponto de execução da IA, a solução permite que as empresas conectem sistemas legados de difícil acesso, aplicando controles de negócio rigorosos em todas as ações e fluxos orientados por IA. As organizações podem estender e conectar ambientes existentes sem a necessidade de projetos de substituição (rip and replace) em larga escala, reduzindo custos e riscos operacionais.

A governança reativa não é mais suficiente

Por mais de uma década, a governança tem sido amplamente reativa. As equipes dependem de logs e relatórios para investigar problemas após a ocorrência, introduzindo salvaguardas adicionais para evitar reincidências.

Na era da IA agêntica, essa abordagem é insuficiente. Com centenas ou milhares de agentes acessando sistemas e agindo de forma independente em tempo real, a capacidade humana de intervir manualmente em cada decisão de governança é limitada.

O Amplify Fusion ajuda as empresas a atender aos novos requisitos de governança por meio de orquestração central e automação baseada em eventos. A solução permite confirmar que as ações da IA permaneçam alinhadas às regulamentações e normas internas, garantindo que o consumo de tokens fique dentro de limites predefinidos. Também ajuda a implementar verificações de validação nas saídas da IA, identificando riscos de “alucinações” e detectando a exposição potencial de dados sensíveis.

Viabilizando escala com segurança

Quando falamos sobre segurança para IA agêntica, não estamos apenas especulando. A Axway já trabalha com empresas para acelerar seus deployments de IA em produção.

Recentemente, trabalhamos com um cliente que utiliza agentes de IA da Microsoftpara aumentar a capacidade de sua força de trabalho. Anteriormente, a empresa dependia de integrações ponto a ponto para conectar esses agentes a LLMs, ferramentas de RPA e recursos de RAG (Retrieval-Augmented Generation), busca e sumarização via APIs. Com o tempo, isso criou lacunas de visibilidade e governança, aumentando as preocupações com a exposição de dados.

Com o Amplify Fusion, estabelecemos uma camada de governança centralizada entre os agentes de IA e a infraestrutura de TI interna. A solução suporta APIs RESTful e fluxos de eventos (Server-Sent Events – SSE), fornecendo logging centralizado, rastreabilidade (tracing) e gestão de cotas de IA.

Conclusão: Autonomia controlada como vantagem competitiva

As empresas estão correndo para adotar a IA agêntica, mas velocidade sem controle gera riscos. Agentes autônomos podem acessar sistemas críticos e tomar decisões na velocidade das máquinas. Sem uma governança centralizada, essa velocidade se traduz em brechas de segurança, exposição regulatória e perda de confiança.

O Amplify Fusion estabelece a camada de controle necessária para operar a IA agêntica de forma responsável. A solução impõe guardrails baseados em políticas, acesso seguro e visibilidade de ponta a ponta em APIs, eventos e dados.

O resultado é claro: as empresas podem avançar mais rápido sem aumentar o risco, escalar iniciativas de IA com confiança e evitar o retrabalho dispendioso de tentar adicionar governança quando já é tarde demais.

Dê o próximo passo!
Sua empresa está começando a explorar a IA ou já opera sistemas agênticos? Agora é o momento de fortalecer sua governança e controle operacional.

Saiba mais sobre como controlar a execução de IA em escala com a Axway.