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APIs como a linha de frente da defesa corporativa

Inovações como o Open Finance, o e-commerce de alto volume e os aplicativos móveis onipresentes transformaram a economia do Brasil. No entanto, essa formidável expansão digital trouxe consigo uma contrapartida: tornar-se alvo de cibercrimes.

As táticas de extorsão evoluíram do simples sequestro de máquinas para o roubo massivo de dados sistêmicos e ataques paralisantes de negação de serviço (DDoS). O vetor número um de vulnerabilidade deixou de ser o e-mail malicioso de phishing e passou a ser o próprio motor da inovação, as APIs.

A Deloitte define o cenário atual como o “paradoxo da cibersegurança”, já que a mesma tecnologia que as empresas utilizam para integrar sistemas de IA, escalar receitas e criar experiências para os clientes, é exatamente a mesma que, se mal governada, abre as portas das empresas para agentes maliciosos.

As APIs foram desenhadas para serem pontes abertas de comunicação rápida

O desafio atual das equipes de TI é transformar as APIs em fortalezas blindadas sem sacrificar a agilidade dos negócios. A anatomia do risco está na vasta expansão da superfície de ataque, ou seja, anos atrás, a defesa baseava-se em erguer um grande firewall ao redor do data center. Hoje, o perímetro desapareceu. Os dados fluem de ambientes multicloud para dispositivos móveis de parceiros, ecossistemas de terceiros e serviços SaaS.

Todo esse tráfego de dados sensíveis, que chamamos de tráfego “Norte-Sul” (do cliente externo para o servidor) e “Leste-Oeste” (entre os microsserviços internos do sistema), ocorre via APIs.

É exatamente para solucionar possíveis falhas críticas de visibilidade e proteção que a arquitetura das plataformas Axway Amplify atuam como escudos definitivos. A abordagem da Axway transcende a simples gestão de tráfego; ela impõe rigorosos conceitos de governança no nível mais profundo da comunicação de dados.

No modelo Zero Trust, por exemplo, a premissa é simples e implacável. Nunca confie, sempre verifique. Nenhuma aplicação, usuário ou agente de IA tem permissão para consumir um byte de informação sem antes provar quem é, o que deseja e se tem autorização para tal.

Através de agentes de descoberta nativos, a plataforma varre todos os ambientes da empresa atrás das APIs. Uma vez descobertas e catalogadas, o robusto Axway API Gateway assume o papel de guarda na linha de frente da defesa. Ele é projetado para neutralizar vulnerabilidades e exige rigorosas políticas de autenticação e autorização modernas (como OAuth 2.0 e OpenID Connect).

Infraestrutura como a principal linha de defesa

Se uma rede de robôs (botnets) tentar derrubar a plataforma de e-commerce de um varejista durante a madrugada através de milhões de requisições por segundo em suas APIs de carrinho de compras, o Axway API Gateway identifica a anomalia em tempo real. O tráfego malicioso é estrangulado na entrada, enquanto as requisições de clientes legítimos continuam fluindo com latência próxima a zero. A operação não cai, a receita não é interrompida, e a reputação da marca permanece intacta.

O paradoxo da conectividade pode ser resolvido ao posicionar a governança como sua verdadeira linha de frente na defesa cibernética.

Saiba como blindar seu ecossistema, garantindo conformidade total e ganhando a confiança necessária para inovar sem medo

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