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2026 é o ano para adotar sistemas modulares, sem quebrar sua operação B2B

Coworkers training at the office

Análises recentes da Deloitte chamam o atual momento que grandes empresas globais estão passando com a reestruturação silenciosa de suas fundações de infraestrutura de “The Great Rebuild” (A Grande Reconstrução).

O diagnóstico é claro: a era da experimentação tecnológica acabou e, para suportar o peso das novas exigências de negócios, a agilidade não pode mais ser superficial. Ela precisa estar no núcleo do sistema.

A realidade é que a grande maioria das corporações tradicionais ainda carrega o peso invisível de arquiteturas monolíticas. Sistemas legados massivos, construídos há décadas, onde o banco de dados, a interface de usuário e a lógica de negócios estão profundamente emaranhados em um único bloco de código.

O monólito até funcionou bem no passado, mas em 2026, ele se tornou a âncora que impede a inovação. Tentar escalar um monólito para adotar Inteligência Artificial, ou atualizá-lo para responder a uma nova demanda de mercado, é como tentar trocar o motor de um avião comercial enquanto ele está em pleno voo: lento e altamente arriscado.

A urgência dos microsserviços

A resposta natural para esse gargalo é a transição para arquiteturas modulares, especificamente os microsserviços. Ao quebrar o grande monólito em pequenos serviços independentes, cada um responsável por uma única função e comunicando-se via APIs, a TI ganha uma flexibilidade extraordinária.

Se o módulo de pagamentos precisar de atualização, ele é modificado sem que o módulo de estoque sequer perceba. O tempo de deploy cai de meses para horas.

No entanto, há um desafio crítico que paralisa os líderes de tecnologia: a armadilha do “rip and replace” (arrancar e substituir). A tentativa de desligar o monólito e ligar os microsserviços do dia para a noite possui uma taxa de falha elevada. E o motivo central para esse medo tem um nome claro: as suas integrações B2B.

A cadeia de suprimentos não pode parar

A sua empresa não opera em um vácuo. Ela está conectada a um ecossistema complexo de milhares de parceiros, fornecedores, bancos e distribuidores. Historicamente, essas conexões dependem de integrações B2B de missão crítica, ancoradas em padrões tradicionais de EDI, AS2, SFTP, entre outros, que estão fortemente conectados ao seu sistema monolítico de backend (como um ERP legado).

Aqui reside o ponto de tensão máxima: se você migrar seu backend para microsserviços de forma abrupta, você quebra instantaneamente a comunicação com os seus parceiros externos.

Pedidos de compra param de ser processados, faturas não são emitidas, a logística de suprimentos trava e multas significativas por quebra de Acordo de Nível de Serviço (SLA) começam a chegar. Nenhuma empresa pode se dar ao luxo de paralisar a sua cadeia de valor B2B em nome da modernização de TI.

Camada de abstração com o Axway B2Bi

Então, como migrar para um futuro modular e escalável sem causar o colapso das suas operações atuais de parceiros? A solução técnica mais sofisticada e segura disponível no mercado global é a criação de uma camada de abstração e convergência fornecida por plataformas, como o Axway B2B Integration (B2Bi), aliado ao gerenciamento robusto de APIs.

A Axway, por exemplo, permite que as empresas apliquem de forma estruturada o famoso padrão arquitetural do “estrangulamento” (strangler fig pattern). Em vez de uma migração abrupta de uma só vez, a plataforma da Axway atua como um gateway de integração e um ponto de controle entre o mundo externo e os seus sistemas internos.

Inovação com zero downtime

Adotar sistemas modulares deixou de ser uma aposta arriscada para se tornar uma transição controlada e altamente controlada. O sucesso não é medido apenas pela velocidade com que você inova internamente, mas pela estabilidade com que você sustenta os seus relacionamentos comerciais externos.

Com a plataforma Axway B2Bi, sua empresa moderniza processos, adota arquiteturas modulares e mantém a continuidade da operação com parceiros, sem impactos na cadeia B2B. 

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